Como a Astrocartografia me guia
- Marina Tira

- Jan 15, 2025
- 3 min read

Saiba mais sobre como a Astrocartografia pode te guiar, te ensinar e te despertar durante o caminho
A astrocartografia chegou até mim quando eu ainda vivia sob o mesmo teto de meus pais. Me lembro do dia em que abri o computador, entrei no site astro.com e me deparei com a opção Astro Click Travel, em outras palavras, astrologia das viagens. Meus olhos brilharam ao ver que teria alguma explicação maior sobre o porque de eu me sentir tão diferente pelos lugares que havia passado pelo mundo.
Eu viajo desde 1 ano de idade, motivo dado pelos meus pais que me colocaram num avião com essa idade para atravessar o Atlântico e conhecer os familiares de minha parte paterna na Itália. E desde então, os lugares sempre me despertaram curiosidade suficiente para que se transformassem em meu sonho de vida: viajar o mundo!
Mas como se já não bastasse esse sonho acompanhando os meus dias de juventude e, mais tarde os de fase adulta também, eu não me tranquilizava quanto ao mistério dos sentidos dados para cada lugar diferente. Eu me sentia diferente em cada lugar que visitava: pude sentir raiva e desconforto por uma vida inteira na cidade onde nasci e cresci, mas também pude sentir uma enorme satisfação pessoal e profissional em outros lugares do mundo.
Quando descobri a opção da astrologia das viagens, meus olhos brilharam e meu coração pulsava fortemente de vivacidade: era essa a resposta. A partir de então eu tinha a Astrocartografia como guia, não para ditar os meus passos, mas para me orientar, alertar e despertar as inúmeras oportunidades e possibilidades dos caminhos traçados.
A minha experiência desarmônica e transformadora em Koh Tao

A ilha tailandesa Koh Tao, traduzida como Ilha Tartaruga, é um pequeno pedaço de terra no Golfo da Tailândia. A ideia era viajar até lá, passar duas semanas somente relaxando e curtindo o paraíso natural. Na realidade, a minha experiência foi bem distante daquela que eu acreditava que ia ter. Conflitos internos se transformaram em externos no meu relacionamento. Desabafos, tensões, discussões, palavras mal ditas, pensamentos tóxicos... tudo isso eu enfrentei na pequena ilha paradisíaca. A escassez do dinheiro me assustava, e isso despertava ansiedade e desespero dentro de mim, junto com a falta de trabalho.
Os dias passados ali afinal, foram de muito aprendizado. Eu realmente tinha aspectos desarmônicos no local, que acredito que impulsionaram todas essas emoções. Mas eu aprendi, depois com a minha ida, que toda essa bola de neve de sentimentos acumulados eram consequências de uma mente poluída, superlotada e sobrecarregada, uma mente muito apegada ao material, uma mente muito dormida. Quando despertei já no meu próximo destino, que foi em Siem Reap, Camboja, fazendo um voluntariado, tudo aquilo que eu sentia e que parecia gigante, se tornou tão pequeno que já nem sentido tinha mais. Voltei à minha espiritualidade e à minha confiança quanto à ela: a vida. Querer ter controle de tudo é um dos maiores falhos humanos.
Tudo passou, e o que eu aprendi com os meus aspectos foi muito relevante para a minha vida: somente si mesmo pode ser responsável por sua própria transformação, e quando ela acontece, você pode transformar o mundo com pequenas atitudes transformadoras.
A minha experiência de voluntariado no Camboja

Eu escrevi um pequeno diário sobre a minha experiência de voluntariado próxima a Siem Reap, no Camboja. Essa experiência foi através da plataforma Worldpackers, onde eu trabalhei algumas poucas horas dando classes de inglês para crianças cambojanas. A fundação de nome Association of Cambodia Child First foi fundada pelo anfitrião Yat, que nos acolhe na casa de sua irmã, como parte de sua família. Se você está mais interessado em saber como foi essa vivência, aqui tenho um vídeo sobre ela no meu canal do Youtube. E caso esteja ainda mais curioso, deixa aqui nos comentários e eu pensarei na possibilidade de divulgar o meu pequeno diário escrito durante a viagem.
Espero tocar o seu coração assim como esse voluntariado tocou o meu!



Comments